Devaneios II
"Os silêncios sobrepostos aos gritos"
"As tuas palavras mudas ecoam pelos cantos e ferem de morte os silêncios que recuso libertar. A respiração com que me brindas é o único compasso que a minha pele ouve e, a cada um desses sons ritmados, o meu coração bate mais lentamente, quase sem bateria para pulsar.
Anseio pelo teu regresso mas não sei onde te procurar, nem o teu novo nome.
Só sei que quero que as palavras voltem, de novo, a respirar e a vida deixe de ser calada. Que grite aos meus ouvidos. A plenos pulmões...".
"As tuas palavras mudas ecoam pelos cantos e ferem de morte os silêncios que recuso libertar. A respiração com que me brindas é o único compasso que a minha pele ouve e, a cada um desses sons ritmados, o meu coração bate mais lentamente, quase sem bateria para pulsar.
Anseio pelo teu regresso mas não sei onde te procurar, nem o teu novo nome.
Só sei que quero que as palavras voltem, de novo, a respirar e a vida deixe de ser calada. Que grite aos meus ouvidos. A plenos pulmões...".

Que belo devaneio...
Que belíssimo texto nos trouxeste, Caiadora. Por mim, neste momento, dispenso a verdade da parte final.
Já tinha saudades...
Porque será que há devaneios tão bonitos?