Introspecção
Em conversa pelo telefone, hoje, com uma pessoa amiga, que conhece todos os pontos com que se cose a tapeçaria que constitui a minha vida, fui confrontada com a frase: “Preocupas-te demais”.
É verdade, fiquei logo preocupada. Pensei, matutei, analisei, enfim, reflecti. A conclusão a que cheguei é a mesma que já tinha no início. Sou assim desde que me conheço. Sempre me preocupei se agia bem ou mal, com o que os outros pensavam, com as notas que tinha, com o trabalho que desempenho, com os riscos que os amigos correm e as situações que enfrentam, as oportunidades que aproveito ou desperdiço (ou desperdiçam), com a família, com tudo… Sei que coloco o peso do mundo em cima dos ombros, muitas vezes por coisas que não valem a pena, mas penso que é também isso que me faz ser inconformada. Essa preocupação constante e tão imperfeita em ser perfeita (é um paradoxo mas é mesmo assim) aos meus próprios olhos, faz-me encolher numa concha para procurar abrigo quando as coisas não correm bem mas, ao mesmo tempo, também me dá força para, de seguida, na altura certa, levantar a tampa e voltar a enfrentar tudo e todos.
É esta a atitude indicada? Não sei, não acerto sempre mas também não sei ser de outra forma. Aprendi também, ao longo do tempo, um pouco como a generalidade das pessoas, a criar mecanismos de defesa e, hoje, preocupo-me menos com certas situações ou pessoas.
Quem me conhece sabe que, por outro lado, se há coisa que não me preocupa é a de cumprir horários. Mas também, nunca falhei nada por causa disso.
No fundo, o que quero dizer é que, tanto quando estou errada como quando estou certa, a preocupação não é um mal de “per si”. E, essa amiga sabe, o que seria preocupante era se eu não me preocupasse, não era?
É verdade, fiquei logo preocupada. Pensei, matutei, analisei, enfim, reflecti. A conclusão a que cheguei é a mesma que já tinha no início. Sou assim desde que me conheço. Sempre me preocupei se agia bem ou mal, com o que os outros pensavam, com as notas que tinha, com o trabalho que desempenho, com os riscos que os amigos correm e as situações que enfrentam, as oportunidades que aproveito ou desperdiço (ou desperdiçam), com a família, com tudo… Sei que coloco o peso do mundo em cima dos ombros, muitas vezes por coisas que não valem a pena, mas penso que é também isso que me faz ser inconformada. Essa preocupação constante e tão imperfeita em ser perfeita (é um paradoxo mas é mesmo assim) aos meus próprios olhos, faz-me encolher numa concha para procurar abrigo quando as coisas não correm bem mas, ao mesmo tempo, também me dá força para, de seguida, na altura certa, levantar a tampa e voltar a enfrentar tudo e todos.
É esta a atitude indicada? Não sei, não acerto sempre mas também não sei ser de outra forma. Aprendi também, ao longo do tempo, um pouco como a generalidade das pessoas, a criar mecanismos de defesa e, hoje, preocupo-me menos com certas situações ou pessoas.
Quem me conhece sabe que, por outro lado, se há coisa que não me preocupa é a de cumprir horários. Mas também, nunca falhei nada por causa disso.
No fundo, o que quero dizer é que, tanto quando estou errada como quando estou certa, a preocupação não é um mal de “per si”. E, essa amiga sabe, o que seria preocupante era se eu não me preocupasse, não era?

Se continuares a ser a pessoa que és serás brindada na tua vida com coisas muito boas.
Um beijinho muito especial para ti.
E é por seres assim que te adoramos. Beijocas grandes. Continua a caiar que as tuas paredes estão ficando lindas. Como o azul e branco da cal nas paredes de um belo monte alentejano...
Obrigado :-)