segunda-feira, setembro 13, 2004

Vai uma bica e um pastel de nata???

Hoje de manhã ao passar por a rua Capitão João Francisco de Sousa, descobri uma nova pastelaria "Café com Natas", pequenina mas com um cheirinho muito agradável. Tem uma esplanadazinha cá fora. Tendo em conta que é na rua do Luís da Rocha não me pareceu que o antigo café fosse ameaçar a frequência de clientes. Aliás reparo com alegria que num curto espaço que são as Portas de Mértola temos vários cafés com esplanadas, e mais importante, temos clientes para todos eles, porque todas as manhãs estão cheios e não há mãos a medir.
Mas deixo aqui um reparo, é pena que a "Cozinha" não tenha espaço lá dentro pra colocar umas mesas e cadeiras, só ganharia com isso.
Hoje cheirava muito bem nas Portas de Mertola, cheira a empadas e bolos.Um dos cheiros de Beja!

5 Comments:

Blogger Pulo do Lobo said...

Boa dica. Estava com fome...vou lá passar. Para tomar a bica e apreciar um pastel de nata. Que sugestão me deste...
Esse é apenas um dos cheiros de Beja, não achas????Há muitos mais...respira-se ar puro ainda...
Jokas

13 de setembro de 2004 às 11:55  
Blogger Caiadora de Azul said...

Bem vinda de novo à blogoesfera!Espero que as férias tenham sido revigorantes!
Sim, Beja tem muitos cheiros, uns bons e outros maus, depende dos sitios e das pessoas!Tenho a certeza que em nenhum sitio do mundo as empadas cheiram como no Luís da Rocha!!

13 de setembro de 2004 às 13:54  
Blogger Pulo do Lobo said...

:) Obrigada!!! Tens razão (outra vez).

13 de setembro de 2004 às 14:28  
Anonymous Anónimo said...

Há pouco referia-me à parte final...a do cheiro das empadas...quanto ao regresso...Não voltei...apenas te fiz uma visita...e continuarei a fazê-lo. Há dias assim...há pessoas assim...com força para derrubar corações...Mas afinal, não são estas as melhores lições da vida, com as quais mais se aprende???

13 de setembro de 2004 às 15:23  
Blogger pedra said...

De cheiros e sabores se enriquece a nossa memória. E por isso também gosto tanto de Beja. Só me faltam os sons, aqueles que em cada taberna se cantavam. Não é saudosismo mas faz-me falta o cante de improviso com meia dúzia de vozes depois das gargantas aquecidas com um bom vinho.

13 de setembro de 2004 às 19:47  

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