Mulheres por Encomenda
A televisão, mais propriamente a RTPN, está a passar hoje uma notícia "preocupante" e que acabei agora mesmo de ouvir.
Existe uma localidade na Grécia que, pelos vistos, tem défice de mulheres. Os homens, preocupados e enervados com a situação (não se sabe se por falta de quem limpe a casa ou por necessidades mais "prementes"), pressionaram o autarca local e disseram-lhe que, sim senhor, é muito bom construir estradas mas que sentiam mesmo falta era de mulheres.
E, vai daí, do que é que este imaginativo autarca e respectivos munícipes se lembram? De "importar" algumas exemplares do sexo feminino para "animar a malta", directamente da Ucrânia. O "esquema" está em marcha e até já foi contactado um município ucraniano para "expedir" (quicá em correio azul ou "airmail") algumas damas interessadas em conhecer tão remota localidade grega.
Bem, se a moda pega, cá para os lados do Alentejo, onde o despovoamento é cada vez mais ameaçador...
Existe uma localidade na Grécia que, pelos vistos, tem défice de mulheres. Os homens, preocupados e enervados com a situação (não se sabe se por falta de quem limpe a casa ou por necessidades mais "prementes"), pressionaram o autarca local e disseram-lhe que, sim senhor, é muito bom construir estradas mas que sentiam mesmo falta era de mulheres.
E, vai daí, do que é que este imaginativo autarca e respectivos munícipes se lembram? De "importar" algumas exemplares do sexo feminino para "animar a malta", directamente da Ucrânia. O "esquema" está em marcha e até já foi contactado um município ucraniano para "expedir" (quicá em correio azul ou "airmail") algumas damas interessadas em conhecer tão remota localidade grega.
Bem, se a moda pega, cá para os lados do Alentejo, onde o despovoamento é cada vez mais ameaçador...

Bom, Cara, diz-me uma coisa: como é que lês quica? Não te faltará aí uma cedilha? Hum?
:)
A mim só me falta um acento. Quiçá, quiçá, quiçá. Pronto, já está.
Prezado chOURIÇO:
Como deve ter concluído, visto que não me conhece há dois dias, o "quica" é lógico que seria "quiçá", caso eu tivesse reparado logo na forma como a palavra estava escrita.
Por isso, como quero que os meus leitores comentem o conteúdo (embora este não tivesse grandes considerandos a fazer) e não apenas a forma, que é sempre o embrulho, envio-lhe, por expressmail, não uma destas "mulheres" ucranianas às quais aludo no post, mas sim (várias) "elucubrações" das não mentais, de outra espécie - é de propósito que aplico o termo a algo que não tem nada a ver.
Irra, que o moço parece que é de Beja!!!!
PS - Temos duas gémeas para ver. Encontrei o pai "babado" e já tenho o telemóvel actualizado.
Bêjos (vá corrije esta também e muda o nome de "chOURIÇO" para "prontuário ortográfico").
Eh lá! Tantas palavras juntas!
Quanto à posta, pá, acho que sim. Tem é que se dinamizar as trocas extra-comunitárias, de forma a revitalizar o mercado interno. Se cá não há, ao menos que se vá lá fora buscar o produto genuíno. De boa qualidade, claro.
Não vejo porque não.
Quanto ao post scriptum, temos mesmo que ir visitar as gémeas. Já quase passou um ano...