Sem pilhas
Hoje foi um daqueles dias em que a adrenalina não pára em sinais "stop" e em que as escolhas que se fazem na vida, errando aqui e ali é certo mas sempre tentando fazer o melhor que se consegue em dado momento, parecem alinhar-se em obediência a uma qualquer ordem cósmica. Uma ordem em que embarcámos, de livre vontade, sem saber o rumo final e na qual, por vezes, quando a pressão ou o desânimo são maiores, pensamos não nos encaixar, apenas para nos apercebermos depois que, apesar das alternativas de percurso disponíveis, essa é a que continua a fazer sentido.
A verdade é que também cansa e desgasta, rouba-nos tempo para quem verdadeiramente nos conhece, para quem nos vê por debaixo da "armadura" e esquece-se de si para nos curar as feridas infligidas por outros. Mas continua a ser o único caminho que opto por trilhar, se pretendo ser a pessoa que sou.
No fundo, ao fim de um dia stressante mas cumprido - não digo que não hajam pessoas que tenham maiores preocupações, mas estas são as minhas e só posso falar e escrever daquilo que vivo - , ficamos sem pilhas.
Coincidentemente, ou precisamente por causa disso, antes de começar a escrever este post andava a "passar os olhos" pelos blogs e, ao mesmo tempo, o teclado e o rato sem fios resolveram deixar de funcionar. Ficaram sem pilhas.
Pareceu-me uma enorme semelhança com o meu dia e, da mesma forma como pretendo "tecer" e construir o amanhã, resolvi o problema electrónico: Vasculhei, vasculhei e, na "prata da casa", encontrei novas pilhas, carregadas de energia.
Boa-noite e até amanhã... vou ali recarregar as minhas.
A verdade é que também cansa e desgasta, rouba-nos tempo para quem verdadeiramente nos conhece, para quem nos vê por debaixo da "armadura" e esquece-se de si para nos curar as feridas infligidas por outros. Mas continua a ser o único caminho que opto por trilhar, se pretendo ser a pessoa que sou.
No fundo, ao fim de um dia stressante mas cumprido - não digo que não hajam pessoas que tenham maiores preocupações, mas estas são as minhas e só posso falar e escrever daquilo que vivo - , ficamos sem pilhas.
Coincidentemente, ou precisamente por causa disso, antes de começar a escrever este post andava a "passar os olhos" pelos blogs e, ao mesmo tempo, o teclado e o rato sem fios resolveram deixar de funcionar. Ficaram sem pilhas.
Pareceu-me uma enorme semelhança com o meu dia e, da mesma forma como pretendo "tecer" e construir o amanhã, resolvi o problema electrónico: Vasculhei, vasculhei e, na "prata da casa", encontrei novas pilhas, carregadas de energia.
Boa-noite e até amanhã... vou ali recarregar as minhas.

Pois...pois...Sem pilhas? Hã?
Quando te recarregares...ou seja lá o que fôr...telefona para o cafezinho, tá?
Mesmo sem pilhas, eis um post muito bem conseguido e com um bom tema para raflexão.
Porra, tanto tempo...
Vê lá se arranjas um carregador rápido.